O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) contratou, ao longo de 2025, mais de R$ 800 milhões em financiamentos destinados ao agronegócio em Santa Catarina. Desse total, R$ 479 milhões foram direcionados a operações diretas com produtores rurais e empresas do setor. Outros R$ 337 milhões foram viabilizados por meio de convênios e agências parceiras, ampliando o alcance do crédito e fortalecendo o desenvolvimento rural em diversas regiões do Estado.
“Os números reforçam o peso do agronegócio na carteira do banco em Santa Catarina e a diversidade dos instrumentos utilizados para atender desde a agricultura familiar até projetos de maior escala, ligados à agroindústria, como armazenagem, modernização produtiva e sustentabilidade”, explica o diretor e vice-presidente, Mauro Mariani.
Nas operações diretas, o crédito do BRDE foi direcionado principalmente a investimentos em estrutura produtiva, aquisição de máquinas e equipamentos, irrigação, armazenagem, ampliação da capacidade agroindustrial e melhorias voltadas à eficiência e à competitividade no campo. As operações realizadas por meio de convênios permitiram ampliar o acesso ao crédito, especialmente para produtores e cooperativas, com linhas operadas em parceria com outras instituições financeiras.
Entre as principais políticas disponíveis para o setor agropecuário em Santa Catarina estão as linhas vinculadas ao programa Meu Agro, que visam incentivar projetos de toda a cadeia produtiva do agronegócio, como iniciativas voltadas à sustentabilidade, armazenagem, irrigação, inovação e cooperativas.
Com presença em mais de 99% dos municípios catarinenses, o banco atua estrategicamente para oferecer crédito de longo prazo, foco em investimento produtivo e alinhamento às políticas públicas estaduais voltadas ao desenvolvimento do agronegócio e da agricultura familiar, que são essenciais na economia catarinense e na segurança alimentar. “O BRDE está presente para apoiar quem produz, investe e inova, com a garantia do crédito de qualidade e soluções que geram impacto positivo em toda a cadeia produtiva”, afirma o diretor financeiro do banco, João Paulo Kleinübing.
Para 2026, a estimativa é de que sejam superados os R$ 500 milhões em contratação pelos programas Pronampe Desastres e Pronampe Leite, com projeção acima de R$ 1 bilhão para o setor em Santa Catarina. Assim, a instituição reforça a vocação de apoiar a manutenção da atividade produtiva, a geração de renda no campo e a modernização das cadeias agropecuárias do Estado.
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